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terça-feira, 1 de julho de 2014

É O NOVO QUE SE FAZ!


Partir, sonhar, recomeçar.
Eis a questão!
Neblina serrada embaça meu caminho

Pareço estar sozinha
Sem linha reta para caminhar

Avanço!
Paro...
Descanso!
A brisa mansa banha minha alma
Amedronta-me e me acalma
Tenho certeza que logo ali

O sol vai despontar
Vai me abraçar,
Amparar,
Afagar.
É o novo que se faz!




Celina Missura

quinta-feira, 26 de junho de 2014

FILME CRIANÇAS INVISÍVEIS - EPISÓDIO 8

FILME - CRIANÇAS INVISÍVEIS
EPISÓDIO 8


Bilú e João, de Kátia Lund
(Brasil/Itália, 2005)
por Cezar Migliorin


A violência do banal

O curta-metragem Bilú e João, de Kátia Lund é parte do filme Crianças Invisíveis (All The Invisible Children), que tem ainda filmes de diretores como Emir Kusturica, Spike Lee, Ridley Scott e John Woo, entre outros – todos tendo como foco a situação de crianças em diversas lugares do mundo. O curta acompanha duas crianças pobres (Francisco Anawake e Vera Fernandes) em São Paulo, na sua busca por alguns reais para comprar tijolos. Pedir ou roubar não é dado como possibilidade, e isso introduz as crianças em uma complexa circulação pela cidade e também em uma cadeia de produção e trocas econômicas. O filme se passa em um dia e uma noite sem levar a nenhum lugar especial e sem nenhum grande evento.
No filme, as crianças estão inseridas no mundo do trabalho; recolhem alumínio e papelão e fazem pequenos transportes. Na circulação e nas trocas tudo tem valor: o espaço de trabalho, o carrinho que as crianças alugam para fazer transportes e todos os restos do consumo. Quando o garoto ganha uma laranja de um feirante, em um dos poucos gestos descompromissados do filme, ele retribui com a objetividade da lógica que domina seu dia, sua vida. Ele leva ao feirante um comprador: - Estas são as melhores e mais baratas laranjas da feira, diz o garoto ao comprador.

A violência do curta de Kátia Lund está no ordinário, no que é aceito, no que é parte do movimento da cidade e do mundo. Elas não estão envolvidas em drogas, brigas, roubos ou guerras, não estão na ilegalidade. Pelo contrário, fazem parte de uma cadeia produtiva muita mais ampla que São Paulo e sua periferia. No momento em que vão vender as latinhas que recolheram acabam recebendo um real a menos por quilo porque o dólar caiu. Vamos percebendo no filme uma naturalização deste lugar da criança, ou da falta de um "lugar"; em meio à agressividade que não é do pai ou de um personagem específico, mas da cidade, dos grandes carros, da arquitetura, da lógica que as crianças são obrigadas a compartilhar. "Amanhã a gente continua" diz a menina no final do filme. O realismo brasileiro trocou a bicicleta pelo carrinho de mão e, sobretudo, perdeu o pai. A delicadeza do filme de Kátia Lund está na maneira que colocou estas crianças no interior desta lógica.

No final, um plano emblemático: em primeiro plano a favela, e no fundo os prédios espelhados. O contraste explicitado. Este plano parece ter sido arrancado do roteiro, podemos quase ouvir a diretora que diz: "é disso que eu preciso falar!" Levei esse plano para casa... Aquela imagem me parecia simplória, um clichê da desigualdade no Brasil, uma imagem amplamente conhecida. Um plano que refazia a lógica da separação desfeita pelo filme. Porque utilizá-la? Trago duas hipóteses, não excludentes.
A primeira reflete uma crença de Kátia Lund no cinema. A crença que, após construir as relações entre personagens, sistemas de produção e a cidade, esta imagem perderia sua nulidade, seu auto-apagamento no clichê e ganharia nova vida. Como se após o filme – já que se trata da última imagem do curta – fôssemos capazes de ser tocados novamente por uma imagem emblemática, que tende a ser apagada se não construirmos um espectador para ela. A segunda hipótese é conciliatória, e por isso o risco do clichê. Uma imagem-clichê tem um sentido: é assim, assim é o mundo. Se esta imagem não foi desconstruída, corre o risco de denunciar sem sair do lugar. A imagem conhecida nos garante um lugar, sabemos como reagir a ela, não nos desloca de um saber que já possuímos; esse é o risco. Talvez por tudo isso este plano final do curta tenha me ocupado, pelo risco de amortecer a narrativa e a complexidade que o filme construiu.

editoria@revistacinetica.com.br




http://www.revistacinetica.com.br/biluejoao.htm

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A VIDA É BELA - filme


Sinopse e detalhes


Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido (Roberto Benigni) e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

Trabalho sobre o filme

1- Resumo do filme destacando a) O que o autor quis mostrar com esse filme. b) qual o cenário politico que o filme passa? c) Como se dá a relação pai e filho? Fale um pouco do nazismo, campo de concentração e judaismo? d) qual a cena que voce mais gostou no filme? e) Tire uma conclusão pessoal.

sábado, 17 de maio de 2014

BRASILEIRO É UM POVO HOSPITALEIRO

Brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas.


Brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas.
Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.
Só existe uma companhia telefônica e pasmem!: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.
Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo – ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.
Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal – e tem fila na porta.
Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.
Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de ‘Como conquistar o Cliente’.
Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos..
Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa. Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc… Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.
Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9.Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas..
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.

Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?

1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE ganham os melhores e maiores prêmios mundiais? :)
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada BRASIL!

Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.


FONTE
http://dublinmix.com/brasileiro-e-um-povo-hospitaleiro-que-se-esforca-para-falar-a-lingua-dos-turistas/

Eu quero paz - Patati Patatá (DVD Volta ao Mundo)